Escrevo está carta, numa folha amassada, pois não há mais folhas limpas porque a muito rabisquei pensando no que iria escrever.
Sentada e embalsamada nesta escuridão não sei para onde irei; tentei dormir para nunca mais acordar, mas a coragem me falta; tentei me suicidar, mas não há remédios suficientes; tentei me matar e continuo nesta tentativa inútil o que me resta é escrever nesta carta toda amassada, minhas amarguras. Você me faz falta, acordar e não lhe ver ao meu lado me traz medo, temor e sofro com está dor. Dentro do meu ser algo me dizia que você também sofreu mesmo tentando mostrar seu lado cruel. Viver e não sentir sua presença me traz angustia e amargura. Sofro a cada instante, hora e segundo não há mais sentido na minha vida que não seja ter a sua ao meu lado, sinto sua falta, você me faz falta! Mas o que isso me adianta se eu sei que não irá voltar mais para mim nem para mais ninguém.
Ao tirar sua vida eu pensei que seria melhor para nós dois mesmo nos amando, mas você errou e não tinha o direito de me ferir. Tamanha covardia!
O que me resta são estes únicos frascos de veneno, mas antes de me despedir de quem irá ler estas minhas últimas palavras, quero lhe dizer que ao ler na minha sepultura em letras brancas manchada de sangue EU TE AMO acredite que sempre e eternamente te amarei até que a vida me custe.
Assinado aquela mulher que um dia matou e morreu por amor!
Ao tirar sua vida eu pensei que seria melhor para nós dois mesmo nos amando, mas você errou e não tinha o direito de me ferir. Tamanha covardia!
O que me resta são estes únicos frascos de veneno, mas antes de me despedir de quem irá ler estas minhas últimas palavras, quero lhe dizer que ao ler na minha sepultura em letras brancas manchada de sangue EU TE AMO acredite que sempre e eternamente te amarei até que a vida me custe.
Assinado aquela mulher que um dia matou e morreu por amor!



